O poder do louvor

O domingo no Seara já começou com Deus dizendo muitas coisas ao nosso coração, após a oração do Santo Terço e animação, o Jonathan Fagundes abriu o tema “O poder do Louvor”.
“O Louvor movimenta toda a nossa vida, porque é a ação de Deus sobre nós”. E da nossa boca, só sai aquilo que o nosso coração está cheio, e muitas vezes, o nosso coração está cheio de murmúrio e isso se converte em uma oração de murmúrio.

O Jonathan recordou da pregação do dia anterior “Quem se une a mim, eu o livrarei” em que o Ernando falou de um Deus que é fiel e não desampara e deu inicio da leitura do Salmo 91 – O cântico do justo.
O cântico era cantado aos sábados, pois era o dia de descanso para os Judeus, depois da semana de trabalho. E o sábado era um dia em que caiam em obras más. E em nossa vida, temos os momentos em que nos perdemos no meio do descanso e deixamos as boas obras de lado. –
Assim como Deus é fiel, Ele também é justo e nos convida a virtude da justiça “Dar a Deus o que é de Deus e ao próximo o que é dele”. E tudo o que fazemos no servir é para honra e gloria de Deus, não para o nosso mérito. E completando com o que o papa emérito Bento XVI disse “A justiça e ir além, é se dar ao outro.”

O louvor parte do justo. Para louvar a Deus, eu preciso de um coração justo. A oração do justo é uma oração fervorosa e verdadeira. É Deus nos dizendo “Seja justo e venha me louvar.” Precisamos de uma ousadia na nossa conversão, para não cair como os judeus, que praticavam as boas obras ao longo da semana e se perdiam no dia de descanso. A mudança precisa acontecer em nosso coração, ter o caráter forjado por Deus.

As boas obras são de Deus e as ruins, partem de nós, mas não assumimos a responsabilidade. Queremos os méritos, mas não gostamos da responsabilidade. Os pecados são nossa responsabilidade, mas a honra e glória das obras boas são de Deus.
A nossa vida deve salmodiar o senhor, é louvar em palavras e obras, vivendo os ensinamentos do Senhor pelos 10 mandamentos com alegria.
Precisamos fazer sempre duas orações, ao acordar, louvando a Deus pelo o que virá – O Louvor antecede a graça” e ao anoitecer pela fidelidade do Senhor.

E quando passamos por situação de sofrimento, ali é onde precisamos deixar com ela nos conduza para a eternidade. Na dor devemos buscar nos aproximar de Deus.
Em analogia, os justos se assemelham as palmeiras. Sua beleza está no topo, mais próxima do céu, e quando vier o fogo, ela permanece. O justo, plantado na casa do Senhor, permanece e sua estrutura não se abala, nem se encurva na tempestade.
Não sabemos como rezar a Deus da forma correta, mas São Paulo nos ensina Espirito nos ensina a falar. Aqui, devemos abrir ao espirito e deixar que Ele nos conduza na vontade de Deus e nos mostre a fidelidade e justiça do Senhor.

Comentários no Facebook