Jesus Cristo, Deus e Salvador

Paulo Francisco de Araújo da RCC Viçosa que atua no grupo de oração Nossa Senhora de Fátima, iniciou a pregação “Jesus Cristo, Deus e Salvador” retomando o teatro que anteriormente foi apresentado: devemos nos empenhar em decidir seguir a Cristo diariamente.  Ao proclamarmos que Jesus é o Senhor da nossa vida, perceberemos a força salvífica que essas palavras possuem.

Jesus é Deus e vai continuar sendo Deus. É o que afirma São Paulo em uma carta a Tito, e São João no evangelho, bem como no princípio escrito em Gênesis. Isso independe de sentimentalismo, relatividade ou qualquer outra coisa. É um fato, uma verdade. Constatando essa realidade, somos de Jesus, aceitando ou não, pois ele é o Senhor de todas as coisas.

Paulo, nesta pregação, explica a diferença entre falar e proclamar: ao proclamarmos, nós elegemos, assumimos Sua soberania na nossa vida, aceitamos que somos posse de Jesus. Se somos propriedade do Senhor, somos também escravos. Muitas pessoas se assustam ao ouvirem a palavra “escravo”, mas ser escravo D’Ele é não mais ser privado de liberdade como quando acontece ao sermos escravos do pecado. Ele é um Senhor diferente, pois nos dá a vida. Já o inimigo, nos dá a morte como recompensa.

Nossa Senhora soube viver isso quando disse ao anjo “Eis aqui a escrava do Senhor”. Ela nos ensina a ser escravos por amor e querer fazer tudo o que Ele nos disser, nos colocando verdadeiramente escravos do Senhor e não do pecado.

O inimigo não alivia o fardo do pecado. E Jesus, na sua infinita misericórdia, diz “Vinde a mim todos vós que estais cansados sob o fardo e eu vos aliviarei. (…) Por que o meu julgo é suave e o meu peso é leve.” Ele carregou o peso dos nossos pecados na cruz. Temos que deixar todos os nossos planos, empreendimentos e sonhos submetidos à vontade de Deus.

Com o isolamento da pandemia, nós entendemos de fato o valor da liberdade, a importância dela.  Jesus Cristo é o único Salvador que oferece gratuitamente a salvação. Ele já nos deu tudo, conquistou a salvação para cada um de nós.

Quando o escravo fazia algo errado ele ia para o tronco. Mas Jesus foi no nosso lugar para nos dar a liberdade a preço de sangue. Ele nos deu carta de alforria, nos deu um presente de valor inestimável, nos salvou de verdade e devemos ser gratos. Nas nossas orações, acontece muitas vezes o seguinte: pedimos um milagre, e quando Deus não concede, fazemos birra. Esquecemos que Deus é o Senhor, nós somos os escravos e por isso não podemos exigir nada D’Ele. O que vem de Deus é uma dádiva.

Quando optamos pelo pecado, nós temos a oportunidade de restituir a salvação com o sacramento da confissão. Usemo-la enquanto há tempo! Pois a salvação é para todos, mas a escolha de aceitar a salvação é individual.

E como sabemos se O aceitamos verdadeiramente? Em Hebreus, capítulo 4, Ele nos responde dizendo que devemos resistir até o sangue à luta contra o pecado. É na força da coragem que Ele nos dá que conseguimos lutar contra o pecado.

O amor de Deus se manifestou no nosso meio para a salvação de todos os homens.

É impossível não aceitar Jesus como Deus, Senhor e Salvador. Esses três “títulos” são indissociáveis. Você pode não aceitar ou acreditar, mas Jesus morreu por você. E não foi por mérito seu. Tudo isso, aconteceu antes mesmos de nascermos, foi nos dado no princípio, pois Ele é Deus, Senhor e Salvador de tudo e todas as coisas.

O Senhor nos quer perto, mas não nos obriga a estar perto D’Ele. Ele já nos deu a salvação e só nos resta aceitar, tomar posse.

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