PREGAÇÃO: “O sangue está jorrando” (Jo 19,34) – Márcio Mendes, Comunidade Canção Nova

Na primeira palestra do terceiro dia do Seara 2019, o então missionário da Comunidade Canção Nova, Márcio Mendes, partilhou o testemunho de uma medalha que pediu a Canção Nova fabricasse com os escritos da Oração de São Bento e ao verso um trecho do Salmo 91 – “(…) porque você se uniu à mim, Eu te livrarei e protegerei (…)”, isso devido ao grande e significativo número de pessoas que no programa “Sorrindo Pra Vida”, transmitido pela Rede Canção Nova relatando a dificuldade de descansar, insônia, inquietude e irritabilidade que sentiam ao repousar ou ao levantar. Segundo o missionário, o que curou tais males foi o que eles trabalharam no programa com temas relacionados à falta de perdão, orações libertadoras da Sagrada Escritura e de alguns Santos como São Bento,citado anteriormente; explicou, a partir desse fato, que o maligno é capaz de minar a nossa vida e nos escravizar se deixarmos espaço e quão importante é a Palavra Salvífica de Jesus na nossa vida.

Com efeito, O sangue de Jesus derramado na cruz é a fonte da nossa salvação onde o seu último suspiro ao entregar o seu espírito ao Pai, fez nascer a Santa Igreja, bem como encontramos no livro de Gênesis em que Deus, do barro, fez Adão e com um sopro o deu vida. Também o povo que foi para o deserto liderados por Moisés foi subtraído por serpentes que os atacaram em um caminho que não existia nem ao menos terra para enterrar os mortos; surgiram murmúrios a respeito do profeta que não zelava por aqueles que o seguiam, e então, Moisés em oração pediu ao Senhor um auxílio que mandou colocar uma serpente de bronze sob a cruz e que todo aquele que for picado pelas serpentes mas olhar para a imagem seria curado e assim se fez; lembrando que Deus não retirou as serpentes do caminho mas deu o remédio, a cura. A esse acontecimento, Márcio acrescenta uma das justificativas relacionadas ao uso de imagem por nós católicos, que constantemente somos atacados erroneamente por adorá-las, sendo que ao venerar e utilizar objetos e imagens lembramos dos ricos testemunhos que compõe a nossa fé tradição católicas.

Além disso, ao cultivar males que provém do demônio como o ódio, a falta de perdão, a inveja ele coloca pragas que corrompe e maltrata o jardim do nosso coração em que apenas Jesus pode arrancar esse mal que nos destrói, visto que Ele é o cordeiro que tira o pecado do mundo, que impediu a condenação da nossa alma ao inferno, a morte espiritual.

Contudo, é necessário que após alcançarmos a graça de Deus que purifica, cura e perdoa nossa imperfeição, estar coerente com o que condiz a um verdadeiro seguidor de Cristo deve agir, como por exemplo, evitar certos lugares que de certa forma treinam as alas à perdição, lugares onde o próprio demônio reside – “tudo é permitido mas nem tudo convém”.

Pensamentos e palavras ditas e/ou pensadas podem determinar a nova vida sem percebemos, então usemos ao nosso favor e não exitemos ao proclamar: “Tudo posso Naquele que me fortalece”, “Se Deus é por nós, quem será contra nós”, “Nada poderá nos separar do amor de Deus”.
Deus ouve a oração de quem tem fé!


Márcio lembrou que o nosso Deus é o Deus do perdão, da misericórdia infinita que não encontra limites; Ele nos deixou sua Palavra que cura, beleza simultaneamente tão antiga e tão nova (Santo Agostinho) e que deve ser usada, partilhada e vivida por cada um.
Já é hora de procurar a Deus.

Por Francielle Paixão – Equipe de Mídia

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